TARIFAÇO DO TRUMP: E A GENTE AQUI NO BRASIL, COMO FICA?

Por Vitor Pereira

Quando eu ouço falar desse tal “tarifaço” do Donald Trump, parece até um assunto distante, coisa de político lá dos Estados Unidos, né? Mas a verdade é que essas decisões lá de fora acabam respingando aqui dentro, principalmente pra quem é de baixa renda como eu e milhões de brasileiros.

Na prática, quando um país grande resolve aumentar tarifas e começar uma guerra comercial, o mundo inteiro sente. E quem sente mais forte não é o empresário milionário, é o trabalhador comum, que depende de emprego estável, preço justo no mercado e oportunidades pra melhorar de vida.

Eu penso assim: toda vez que tem briga comercial entre potências, a economia fica instável. O dólar sobe, as importações ficam mais caras, empresas ficam com medo de investir… e aí sobra pra quem? Pra gente, que já vive contando moeda no fim do mês.

Pode até ter gente dizendo que o Brasil pode ganhar alguma vantagem em certos produtos, mas será que dá pra confiar nisso? Hoje favorece, amanhã muda tudo de novo. Quem vive na periferia sabe que não dá pra depender de promessa instável. A gente precisa é de estabilidade, emprego e preço acessível no mercado.

Porque no fim das contas, quando o mundo entra em disputa econômica, o arroz não baixa, a gasolina não fica mais barata e o salário não aumenta. Pelo contrário: tudo fica mais caro e o poder de compra da população diminui. E quem é pobre sente primeiro.

Eu vejo esse tarifaço mais como um jogo político do que uma solução econômica de verdade. Parece mais uma forma de mostrar força pro mundo do que realmente melhorar a vida das pessoas. Só que enquanto os grandes líderes discutem poder, quem paga a conta somos nós, aqui embaixo, tentando sobreviver com dignidade.

Pra mim, o Brasil não pode ficar refém dessas decisões externas. A gente precisa fortalecer nossa própria economia, gerar empregos aqui dentro e depender menos das brigas comerciais dos outros países. Porque toda vez que lá fora tem turbulência, aqui dentro quem sofre é o povo.

Essa é a minha reflexão como uma pessoa comum, de baixa renda, que sente na pele qualquer mudança na economia. No final, a pergunta que fica é: até quando decisões tomadas lá fora vão continuar pesando mais no nosso bolso do que no deles?

E você, o que acha disso tudo?

© Reuters/Carlos Barria/Arquivo/proibida reprodução

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